O paletó do terno jogado sobre o ombro, a camisa branca amarrotada nas mangas e meio aberta no colarinho, revelando parte do peito. As veias no pescoço saltadas, o rosto mais suado que o normal.
Ele parecia uma maldição em forma de homem.
Cabelo bagunçado, olhos de gelo — e uma raiva contida que queimava só de olhar.
— Com quem? — provoco, sem conseguir evitar o sorriso torto. Um veneno antigo escorrendo da minha boca.
— Não me testa. — ele rosna. E então, como um animal que fareja território,