Me virei lentamente. Ele estava ali, parado, com a respiração ligeiramente ofegante e a camisa preta colada no corpo. Por um segundo, senti o mundo girar.
Fazia dias que eu não o via. Desde o elevador. Desde... tudo.
E mesmo com toda raiva, decepção e orgulho — meu coração reagiu primeiro: apertou. Senti saudade. Senti falta. Dele. De nós. Do toque, da presença, até da forma como ele me tirava do eixo.
— Misa! — Matt tentou soar natural. — O que você tá fazendo aqui?
Eu fiquei quieta. Meu coraç