Melinda
— N-não… — Minha voz falha, sentindo o sangue sumir do meu rosto. — Não pode ser… — Cubro a boca com a mão, com os olhos fixos na tela. Por um instante, o mundo parece girar e tudo dentro de mim grita que é culpa minha. — Ele… ele fez isso? — sussurro, quase sem ar.
— Fez. — Natalie assente, séria. — Meli, ele ouviu a nossa conversa.
— Por isso ele saiu daqui puto daquele jeito e não voltou mais. — Hina cruza os braços e balança a cabeça devagar, olhando para mim. — Agora faz senti