Damon
Entro no corredor, respiro fundo e aperto a garrafa vazia na mão, com a raiva me corroendo por dentro como ácido. Aquela desculpa esfarrapada dela de ter caído não engana nem uma criança. Melinda está mentindo, e não é porque ela quer, e sim por ter medo. Mas medo de quem?
Caminho até o bebedouro e deixo a água gelada encher a garrafa, tentando focar no som mecânico, enquanto tudo o que vejo na minha cabeça é o olho roxo dela, quase fechado. Meu maxilar trava e sinto os dentes rangere