NOAH ALBERTI
Kiara ria baixinho, com a boca cheia de balas de goma. Tinha açúcar no canto dos lábios e não fazia nada para limpar. Eu também não. Eu adorava vê-la assim, relaxada, deitada no sofá do meu apartamento, com as pernas entrelaçadas nas minhas e o coração batendo como se nada mais importasse além de estar comigo.
—Não rouba meus doces —protestou quando enfiei a mão na bolsa dela.
—Seus doces estão em território neutro. Você sabe. Regras do sofá.
Ela me jogou uma almofada, mas eu a peg