Ele caminha até a cabeceira, entrega-me os comprimidos e espera pacientemente até que eu engula cada um deles, recolhendo os copos vazios em seguida.
— Como estão as coisas lá do outro lado? — pergunto, ajeitando o travesseiro atrás das minhas costas.
— Tudo sob controle absoluto. — ele responde, sentando-se na beira do colchão e começando a desatar os nós dos próprios sapatos de alfaiataria. — A mamãe continua lá com as crianças. Ela me explicou toda a escala que organizou: as babás vão trocar