CAPÍTULO SESSENTA E NOVE — VOU DORMIR NO SOFÁ.
VICTOR BALTIMOR.
As vinte e quatro horas de cuidados no hospital não terminaram quando Elisa recebeu alta. Elas continuaram. No jeito como eu a observava. No cuidado excessivo. Na necessidade quase obsessiva de ter tudo sob controle. E, claro, isso gerou conflito. Muito conflito.
Elisa não nasceu para ser vigiada e controlada. E eu não sei cuidar sem ter controle.
Na volta para casa, bastou eu insistir para carregá-la no colo para ela explodir. Não foi um bom início, mas eu não vou desistir de