CAPÍTULO DUZENTOS E SETENTA E NOVE — O SILÊNCIO.
VICTOR BALTIMOR.
Elisa tentou falar, mas nenhum som saiu. Meu coração simplesmente pareceu parar. Vi o exato momento em que o desespero atravessou os olhos dela. Elisa abriu a boca outra vez, tentando forçar alguma palavra. Mas, nada, só ar.
E então ela entrou em pânico. As lágrimas começaram a escorrer imediatamente pelo rosto dela enquanto tentava falar de novo. A palavra morreu antes de nascer.
Um aperto violento invadiu meu peito ao ver seu estado. Não, por favor, não, eu pedia mentalmente.