CAPÍTULO DUZENTOS E NOVENTA E CINCO — A FORÇA QUE ELE ME DÁ.
ELISA RIVER.
— Não precisa ter pressa, amor. Eu entendi o que quer dizer.
Assenti para ele, para não preocupá-lo. Mas eu queria ter pressa, queria voltar a falar, dizer tudo que eu pensava, conversar, perguntar mil coisas. Mas meu cérebro e minha boca pareciam ter desaprendido.
Respirei fundo outra vez. E falei sem som: amo.
Victor sorriu imediatamente. Como se ele tivesse acabado de vencer uma maratona.
— Eu também te amo.
Meu peito aqueceu. Porque ele parecia genuinamente feliz. Por aquela ún