CAPÍTULO DEZESSETE — DESESPERO NO HOSPITAL.
ELISA RIVER.
A febre não cedia. Era isso que mais me apavorava.
Eu já tinha feito tudo. Absolutamente tudo o que estava ao meu alcance. Dei o remédio no horário correto, fiz compressas mornas, tentei o banho morno com todo cuidado do mundo, conversei com ela, embalei, cantei baixinho, pedi para que se acalmasse. Nada funcionava.
Melissa continuava quente demais.
Seu corpinho pequeno ardia contra o meu peito, o choro vinha fraco às vezes, depois aumentava, depois virava apenas um gemido sofrido