CAPÍTULO DEZ — PRIMEIRO DIA DE TRABALHO.

ELISA RIVER.

Assim que amanheceu, um automóvel me esperava na entrada do hotel. O todo-poderoso senhor primeiro-ministro havia enviado o automóvel para garantir que eu chegaria no horário. Ele era irritante e arrogante — e mexia comigo de um jeito que me assustava. Mas eu não podia me envolver com aquele homem; o que aconteceu naquela casa de campo ficou lá. Ainda não tive coragem de contar para Ceci. Não sei como ela vai reagir. Ela ama o tio, o venera. Mas não posso manter segredo da minha amiga. Assim que ela ligar, eu conto.

O automóvel parou diante da entrada imponente da mansão. Respirei fundo, tentando organizar os pensamentos. Antes mesmo de tocar a campainha, a porta foi aberta silenciosamente pelo mordomo, senhor Átila, que avaliava cada movimento meu com um olhar atento, quase inquisidor, deixando-me levemente incomodada.

Assim que entrei, a senhora Abigail apareceu. Elegante e linda, trazia um sorriso acolhedor no rosto.

— Bom dia, Elisa — disse ela. — Que bom que aceitou
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