CAPÍTULO CENTO E TRINTA E UM — UM ECO DE MEMÓRIA.
VICTOR BALTIMOR.
Abri os olhos e eu estava em casa. Era a primeira certeza que tive.
Não havia cheiro de hospital, nem o som irritante de monitores médicos. O ar parecia mais leve, mais quente, mais vivo. A luz entrava pelas janelas amplas da sala, espalhando um brilho suave sobre os móveis. Tudo parecia tranquilo, confortável.
Podia sentir isso. O ambiente era familiar. O tipo de lugar onde eu relaxava, onde minha mente não estava ocupada com política, negócios ou estratégias. Havia uma sensaç