O hospital nos recebeu com sua atmosfera fria e impessoal, um contraste brutal com a tempestade emocional que carregávamos. A sala de espera, normalmente um espaço de silenciosa expectativa, parecia ecoar com a nossa dor. Cada tique-taque do relógio era um martelo golpeando nossos corações, amplificando a agonia da espera.
Nicolas, ao meu lado, tentava manter a calma, mas suas mãos trêmulas denunciavam sua angústia. A culpa o corroía, assim como a mim. Tentávamos nos apoiar, mas o silêncio ent