Lucca observou Mia ser levada por um carro, erguida no ar e aterrissada bem na sua frente.
O sangue jorrava continuamente da cabeça de Mia, como uma torneira quebrada.
Mia jazia de lado em uma poça de sangue, os olhos fechados, seu rostinho rechonchudo agora sem cor, mortalmente pálido.
Lucca correu para o lado de Mia e, cautelosamente, estendeu as mãos para cobrir a cabeça dela.
Ele queria desesperadamente empurrar Mia para cima, mas naquele momento Mia era como uma boneca de pano sem alma, co