Luiza
O dia estava nublado, refletindo a tempestade de emoções que me consumia. Ao voltar do trabalho, avistei Will encostado em meu carro, um sorriso sutil, mas ameaçador nos lábios. Meu coração disparou ao perceber que ele sabia sobre a carta.
— Olá, Luiza — disse ele, a voz suave, mas fria. — Parece que você tem algo que me pertence.
Tentei manter a voz firme. — O que você quer, Will?
— Você sabe que a curiosidade pode ser perigosa. — Ele deu um passo à frente, seus olhos penetrantes fixos n