Estava na varanda, um livro aberto nas mãos, mas as letras borravam diante dos meus olhos. Tinha passado dias perturbada, e a leitura era apenas uma tentativa falha de silenciar a inquietação que me corroía. A campainha tocou, estridente, cortando o silêncio. Pensei que fosse katy que tinha ido a padaria e, esquecido a chave como sempre fazia , mas ao abrir a porta, congelei. Ivy, minha irmã, parada ali, com um olhar que não conseguia decifrar.
__“O que está fazendo aqui?”, perguntei, a voz ro