Dante Menegaço
O consultório era todo colorido, tinha bastante brinquedos espalhados e muitas, muitas fotos de crianças, praticamente uma parede inteira de retratos. Nick só se acalmava comigo, mas estava longe de ser o bebê sorridente e comilão que sempre fora.
Logo, a enfermeira chamou Nick Menegaço e entramos na sala do pediatra. Ao me ver, doutor Soyer sorriu.
— Bom vê-lo bem, meu amigo. — Com um braço, eu segurava Nick e, com o outro, estendi para apertar sua mão estendida.
— Como vai, do