O cansaço me consumia infiltrando-se em cada músculo, cada osso, enquanto eu me arrastava de volta para casa após a luta. Meu corpo estava pesado, não só pelas feridas que meu corpo curava, mas pela culpa que roía meu peito. Eu não conseguia parar de pensar nela, Alina despedaçada, os olhos inchados de tanto chorar, o corpo tremendo com os soluços que pareciam vir do fundo de sua alma.
A vi se desfazer ao lado da cama do pai, gritando, implorando por um milagre que não viria. E eu? A abandonei.