Ouvir os gemidos dela, sentir sua entrega, sua excitação escorrendo por meus dedos, em meus lábios. Me deixando duro como uma pedra e fazendo meu lobo clamar para estar dentro dela, para me enterrar fundo e lembrar a quem ela pertencia.
Mas eu não ia fazer isso hoje, não assim e muito menos depois dela dizer que estamos presos contra nossa vontade. Eu ia conquistá-la, seduzi-la, fazer com que ela se apaixonasse por mim novamente, antes de tomá-la.
— Pela deusa da lua, como senti falta dessa boceta apertada e doce. — plantei um rápido beijo em suas dobras que ainda brilhavam para mim, como um maldito convite. — Você está bem?
Ela estava com os olhos enevoados de prazer, as bochechas vermelhas e a respiração descompassada. Tudo como uma grande pintura para me brincar com meu auto controle.
Eu precisava de espaço ou acabaria me perdendo naqueles olhos expressivos. Por isso levei meus lábios até sua testa, grudando um beijo ali pronto para me afastar, até que suas coxas me prenderam no lu