ANGELINE HARRINGATON
Enquanto nos beijávamos, algo bateu na porta com um ruído estranho e insistente – não eram dedos, eram arranhões. Eu sorri, sentindo um alívio bobo, e me afastei de Nikolai. Ele ficou visivelmente aborrecido, o rosnado dele quase ecoando o rosnado do outro lado da porta.
— Deve ser algum empregado com uma mensagem inútil — resmungou ele, tentando puxar-me de volta.
Mas eu estava interessada. Quem, ou o quê, poderia ser tão persistente? Quando abri a porta, uma bola de pe