NIKOLAI VOLKOV
Voltei a beijar sua boca, seu pescoço. E Angeline cedeu novamente. Entregou-se a mim, tentando, com uma força que me humilhou, não ter medo do monstro que eu era. E tudo que eu podia fazer naquele momento era tentar mostrar, com meu corpo e com a única linguagem que eu dominava, que podia tratá-la com uma carinho que ela merecia, mesmo não sabendo como fazer isso, mesmo sendo o desgraçado idiota que quase a destruiu.
Enquanto sussurrava entre um beijo e outro. As minhas palavra