ANGELINE HARRINGTON
A sala reservada era espaçosa, iluminada por lustres de cristal. O ar ainda estava pesado. Carregado pela tensão que não se dissipara completamente.
Elizaveta, Nikolai, eu, Dimitri e Eduardo nos sentamos ao redor de uma longa mesa de mogno polido. Os seguranças de todos os lados aguardavam do lado de fora, mas eu sabia que, a qualquer sinal de perigo, eles iriam arrombar a porta.
Eu ainda tremia. Não por medo — pelo menos não de morrer. Tremia pela confusão na minha cabeça,