O som suave dos monitores preenchia o ambiente. O ar era frio e carregado daquele cheiro característico de hospital misturado a esperança.
Aimee, ainda com o rosto pálido, caminhava devagar pelos corredores, apoiada no braço de Ryan. O coração dela batia acelerado. Cada passo era uma mistura de medo e ternura.
Quando chegaram à ala da UTI neonatal, o médico os recebeu com um sorriso acolhedor.
— Estão fortes. Pequenos, mas guerreiros — disse, abrindo a cortina transparente que separava os berci