O silêncio dentro do santuário tornou-se absoluto.
Ninguém desviava os olhos do homem parado na escadaria.
A chuva escorria pelo sobretudo escuro, formando pequenas poças sobre os degraus de pedra.
Seu rosto era marcado pelo tempo.
Os cabelos grisalhos contrastavam com os olhos claros, atentos, carregados por uma tristeza que não parecia fingida.
Laura levantou a arma.
— Pare onde está.
O desconhecido ergueu lentamente as mãos.
— Não vim lutar.
Sua voz era grave.
Controlada.
— Vim cumprir o últ