Ninguém ousou atravessar a porta.
O silêncio dentro da sala circular era quase absoluto.
A única iluminação vinha da abertura natural existente no teto da caverna.
A luz descia como uma coluna prateada sobre a cadeira de madeira colocada exatamente no centro do ambiente.
A figura permanecia imóvel.
Cabeça inclinada.
Olhos fechados.
As mãos repousavam sobre os braços da cadeira.
Parecia dormir.
Ou talvez aguardasse aquele momento havia muitos anos.
Laura ergueu a arma.
— Cuidado.
Pode ser uma ar