MATTEO MANCINI
Entrei no quarto com o coração na mão, preparado para qualquer cena. Alexia estava deitada na cama, o rosto ainda pálido, a cabeça enfaixada, mas seus olhos estavam abertos. Eles me procuraram assim que entrei, e um fio de um sorriso fraco curvou seus lábios. Lágrimas escorreram por suas bochechas pálidas, espelhando as minhas.
Corri até ela, ajoelhando-me ao lado da cama e segurando sua mão com o máximo cuidado, como se ela fosse de porcelana. Sua pele estava fria, mas seu