Depois de terminar o café, Sophie se levantou. Olhou mais uma vez para as estantes repletas de livros, os versos rabiscados nas xícaras e os painéis onde os frequentadores podiam deixar pequenos textos, poemas ou desenhos. Aquilo ainda a emocionava. Era como se, em cada recanto, a cidade sussurrasse de volta à sua alma criativa. Mas agora, os sussurros vinham com ecos de passado, como sombras de algo que não fora totalmente resolvido.
Ela caminhou até o painel das poesias e passou os dedos por