(POV Selene)
A noite parecia respirar junto comigo.
O ar estava denso, pesado, como se cada sombra da floresta sussurrasse que estávamos cruzando uma linha sem retorno.
Eu e Elias caminhávamos em silêncio, e mesmo que ele não dissesse nada, eu sentia. O selo pulsava como uma lâmina cravada no peito, me lembrando a cada passo que estávamos ligados. Não importava quanto tentássemos ignorar, a Deusa tinha feito de nós correntes da mesma maldição.
— Mantém os olhos na estrada, Portadora. — a voz de