A madrugada chegou silenciosa.
Mas não vazia.
Havia algo no ar.
Algo sutil.
Como se a própria lua ainda estivesse… observando.
No alto de uma das pedras mais antigas do território, Nyra estava sozinha.
Sentada.
Imóvel.
O vento tocava seus cabelos.
Mas não a distraía.
Ela estava concentrada.
Sentindo.
Agora, sem ruídos.
Sem interferências.
Sem escuridão.
Mas ainda assim…
Havia algo.
Uma sensação leve.
Quase imperceptível.
— Você também sentiu.
A voz de Malrik surgiu atrás dela.
Nyra não se virou