Mundo de ficçãoIniciar sessãoO pesadelo começou antes que a noite estivesse completamente instalada.
Eu estava no quarto de apoio, organizando alguns livros de Aurora, quando ouvi o som. Não foi um grito. Não foi um choro alto. Foi algo mais sutil e, justamente por isso, mais perturbador. Um soluço preso, interrompido, como se alguém estivesse tentando acordar sem conseguir sair de um lugar escuro demais.
Meu corpo reagiu antes da mente.
Corri pelo corredor até o quarto dela, sentindo o coração bater forte, os passos ecoando demais no silêncio da mansão. A porta estava entreaberta. Entrei sem bater.
Aurora estava sentada na cama, o cobertor embolado nas pernas, o rosto molhado de lá







