A casa estava estranhamente silenciosa naquela manhã. Não era o silêncio comum da mansão Albuquerque, aquele que parecia imposto pelas paredes altas e pelo mármore frio. Era um silêncio expectante, como se algo estivesse prestes a acontecer e a própria casa estivesse prendendo a respiração.
Eu sentia isso desde que acordei.
Talvez fosse o efeito das palavras de Henrico na noite anterior. Talvez fosse o peso das novas regras, que ainda ecoavam na minha cabeça como um lembrete constante de que eu