POV: Yara
Entrei no apartamento com o coração ainda acelerado, como se tivesse corrido quilômetros em vez de apenas subido alguns lances de escada. Fechei a porta devagar, encostei as costas nela e fiquei ali por alguns segundos, respirando. O silêncio me envolveu, espesso, quase atento demais. Roma nunca dormia de verdade, mas naquele instante parecia prender o fôlego comigo.
Passei os dedos pelos lábios, como se o beijo ainda estivesse ali. Não era saudade — era reconhecimento. Uma palavra es