Helena Aris
Um aperto gélido de desespero subiu pela minha garganta.
— Não vou deixar você e o Victor para trás! — retruquei, me recusando a recuar.
— Não posso deixar vocês — Kaelen concordou, a voz grave imperando sobre o estrépito das balas.
— Estamos sem munição? Então vamos na mão, na faca, no que for! Ninguém fica para trás!
Eles encararam a morte de frente, prontos para avançar num combate corporal suicida. A mesa que nos servia de escudo estalou, prestes a ruir sob uma nova enxurrada de