Helena Aris
O toque dos lábios de Kaelen sobre os meus não foi um beijo; foi um ataque, uma tempestade desgovernada de álcool, raiva e um desejo que ameaçava me engolir inteira.
A mão dele subiu com bruteza pela minha cintura, a pressão do seu corpo contra o meu era tão pesada que meus pés quase saíram do chão. Ele já estava vindo para cima de mim, disposto a usar aquela atração brutal como anestésico para a dúvida que o corroía por dentro.
Mas eu não seria a sua válvula de escape, jamais me