Helena Thorne
O som dos botões da camisa dele sendo abertos com impaciência ecoou pelo quarto silencioso.
Eu não me mexi. Apenas virei o rosto levemente sobre o travesseiro e o observei através da penumbra. Simon jogou o paletó no chão, tirou o cinto de couro pesado com um estalo seco e se desfez das peças de roupa sem o menor pudor. O corpo dele, marcado por cicatrizes antigas, tatuagens e músculos rígidos de quem carrega a violência como profissão, era uma visão imponente, mas a minha mente