Helena Aris
O rastro de sangue que deixei para trás não adiantou de nada. Não fui levada arremessada no ombro como era costume no submundo de Simon, mas sim conduzida aos empurrões violentos, imobilizada com as mãos travadas para as costas. Chutei a porta, tonta, tropeçando nos corpos dos guardas largados pelo corredor do complexo, mas minha resistência era inútil contra a brutalidade daqueles mercenários.
Ao chegar no carro, acabava a minha rota de fuga.
Os homens de Mikail eram diferentes