Saí do escritório ao lado dele.
Não como sombra. Não como criada. Ao lado.
Isso, por si só, já era um terremoto naquela casa.
O som dos nossos passos ecoou pelo corredor largo, aquele que nunca foi meu. O mármore frio sob meus pés parecia diferente agora, como se finalmente reconhecesse meu peso. Diego caminhava com a calma de quem não precisa provar nada a ninguém. Eu, com a calma de quem passou a vida inteira aprendendo a não correr quando o chão ameaça ceder.
Na sala principal, Francesca e a