Ele estava de olhos fechados, mas não dormia. A respiração era controlada demais para ser sono. Darya continuava deitada sobre o peito dele, o ouvido alinhado com o coração que batia firme e constante. No escuro do quarto, a luz do luar atravessava as cortinas semiabertas e desenhava sombras prateadas sobre os lençóis.
Ela encarava a janela.
A mente demasiado desperta.
— O Dário ligou-me — disse finalmente, quebrando o silêncio.
Os dedos de Matteo, que repousavam na cintura dela, moveram-se