Matteo ainda encarava a mensagem de Darya. Ela explicava o atraso, justificava-se, e aquilo bastou para lhe acalmar o pulso: ela esperaria.
Antes que respondesse, o telemóvel vibrou. Não era o pai. Atendeu sem saudação.
— Ela já regressou ao apartamento, senhor — disse uma voz plana.
— Sozinha?
— Não. O mesmo homem do almoço deixou-a lá. Antes disso foram ao shopping. Compras. Rápidas.
Matteo gelou. Não piscou. Não respirou mais depressa. Apenas endureceu.
— Continue.
— Seguiu-a até casa. Não h