— És um bocadinho convencida.
— Não — respondeu a menina. — Só sei coisas.
Ariella riu, e desta vez o riso não foi contido. Havia leveza ali. Mas não apagava tudo o resto. O tempo passou sem pressa, mas Darya não deixou de sentir, mesmo nos momentos mais tranquilos, que aquela calma tinha limites. Era real, sim, mas não era estável. E quando olhou novamente para a filha, agora mais próxima de Ariella, mais confortável, mais aberta…sentiu algo misto. Não era só alívio. Era também cautela. Po