Raiva. Culpa. Urgência. E uma espécie de necessidade quase violenta de resposta imediata. As mãos apertavam o volante com força excessiva, os nós dos dedos mais claros do que o habitual. Os olhos estavam fixos na estrada, mas não estavam realmente a ver o caminho.
Atrás, o carro dos pais mantinha distância, mas não desistia. Giovanni conduzia com atenção redobrada, o maxilar tenso. Ariella ia no banco do passageiro, com as mãos juntas, o olhar constantemente a alternar entre a estrada e o carro