— Como assim?
A menina já estava a explorar o quarto de novo.
— Posso dormir aqui esta noite?
Darya ficou a observá-la.
— Esse era o meu quarto quando era pequena.
— Eu sei! — respondeu Myrcella, como se isso fosse precisamente o argumento mais forte. — Por isso é perfeito!
Ela apontou para os brinquedos.
— Tem tudo! Isto é tipo… um paraíso!
Darya aproximou-se lentamente, olhando em volta. A memória daquele espaço era estranha. Distante. Mas presente.
— Não é um hotel — disse ela, com