Não como aceitação completa. Mas como… compreensão. Esther fez um gesto leve na direção das barras.
— Volta — disse. — Mas desta vez… sem tentar provar nada a ninguém.
Matteo olhou para as barras. Depois para as próprias mãos. E voltou a posicionar-se. O movimento foi diferente. Mais lento. Mais consciente. Inspirou. E deu um passo. Sem força excessiva. Sem pressa. Depois outro. O corpo ainda tremia. Ainda havia instabilidade. Mas havia controlo. Esther observava em silêncio. E, pela primei