— Eu não vou dizer nada, porque você não é. — respondeu ela, apenas para provocá-lo, sem querer dar o braço a torcer.
— Eu sei que sou. Só queria ouvir isso dos seus lábios. Mas já que há outro que te faz sentir o mesmo, não tenho mais nada pra fazer aqui. — disse ele, levantando-se e pegando o paletó e a camisa no chão, encerrando o teatro de bêbado.
— Isso, seu cretino, para com o teatro e suma daqui! — disse ela, erguendo o queixo com toda a dignidade, sem se importar em estar apenas com uma calcinha minúscula e os seios firmes e empinados nus , diante dele.
— É isso que vou fazer. Só queria te mostrar que, ao contrário do que disse, eu também posso te ter quando quiser. Você merecia um castigo por ficar se esfregando naquele idiota do Júlio na minha frente. — disse ele, saindo do banheiro com um sorriso cínico nos lábios.
Ainda era visível a ereção em sua calça — um sinal claro de que continuava excitado.
E ela, mesmo irritada, não conseguia desviar os olhos daquela pa