Ponto de Vista: Maya
A rotina em Porto do Silêncio tinha ganhado um novo compasso. Entre as planilhas da pousada e a supervisão da casa de pedra do Leo, eu encontrava tempo para mim. A academia na cidade vizinha tinha se tornado meu refúgio matinal. Eu gostava do esforço, de sentir meus músculos respondendo, de ver a Maya que eu tinha escondido por tanto tempo emergir com ombros mais largos e um olhar mais firme.
Foi numa dessas manhãs, enquanto eu terminava uma série no leg press, que senti um