Ponto de Vista: Maya
O som da porta do SUV fechando foi o início do fim. Foi um estalo seco, metálico e definitivo, como o gatilho de uma arma que acaba de disparar. Aquele vidro fumê e blindado não servia apenas para proteger o "astro" Leonardo; ele servia para me dizer, da forma mais cruel possível, que o homem que dormiu nos meus braços nunca existiu de verdade. O "Leo" era um fantasma, uma miragem que evaporou assim que o mundo real decidiu bater à minha porta.
Mas o fantasma deixou um rast