— Como assim, namorar? Você e eu?
— Exatamente. Somos perfeitos um para o outro.
— Lucas, não sei se isso daria certo. Nós somos… sei lá, tão diferentes.
Ele riu, inclinando-se para me beijar suavemente.
— A gente só vai saber se tentar, ruivinha.
E, antes que eu pudesse responder, ele já estava me prendendo contra a parede do box, retomando as provocações que faziam meu corpo se incendiar.
Quando finalmente estávamos arrumados e descemos para tomar café, senti que havia algo difere