Depois de algumas horas de conversa fiada, onde Lukke conseguiu me irritar com cada comentário bobo e piadinha fora de hora, o cansaço começou a pesar mais forte. Olhei para o relógio de parede e vi que já passava da meia-noite. Era incrível como ele parecia não ter noção do tempo ou simplesmente não se importava. Eu, por outro lado, estava no meu limite.
— Acho que já está na hora de você ir, Lukke — falei, colocando minha taça vazia sobre a mesa de centro e me levantando. — Já passa da meia-n