Cheguei em casa já tarde, como de costume. O relógio marcava um pouco mais de nove da noite, e as luzes da sala estavam parcialmente acesas. Assim que abri a porta, ouvi passos leves correndo pelo corredor. Olhei rapidamente e vi Ellah disparar para o quarto dela sem dizer uma palavra. Suspirei, exausta. Talvez fosse o impacto da manhã, quando ela tinha molhado a cama.
Antes que eu pudesse ir atrás dela, Dona Margarida, a nova babá, se aproximou de mim com um sorriso caloroso.
— Boa noite, Don