Ela atendeu automaticamente e levou o celular ao ouvido:
— Alô, quem fala?
— Mônica, é o Tomás. — A voz firme e séria de Tomás soou do outro lado da linha. — Por favor, arrume suas coisas e desça. Estou esperando na porta do seu prédio.
— O quê? — Mônica acordou na mesma hora e, ao olhar o relógio, sua expressão ficou ainda mais incrédula. — Agora? São uma da manhã! Não vai me dizer que você quer que eu viaje agora?
— Você não ouviu errado. Desça logo.
Depois de desligar, Mônica ficou na cama po